Linguagem Jurídica

Esse era o nome de uma cadeira que eu tive na Faculdade. Naquele semestre tivemos que estudar muita linguística e lógica formal, pois a professora era uma fera e as provas dificílimas. Mas sobrevivemos.

Lembrei isso hoje quando lia um trecho de Barbosa Moreira no qual ele opina sobre a redação das decisões judiciais. Acho que muitas vezes elas são ininteligíveis não apenas em razão da linguagem rebuscada que alguns magistrados ainda insistem em adotar, mas também porque eles provavelmente não tiveram uma boa formação linguística e tampouco lhes foi oportunizado o estudo da lógica-formal, tão importante a nós operadores do direito.

Ah, se todos fossem iguais a você...

Ah, se todos fossem iguais a você…

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